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segunda-feira, 7 de dezembro de 2009
Ruanda - 1º país no mundo livre de minas
O Ruanda foi declarado o primeiro país no mundo livre de minas, tendo-se adiantado em relação ao prazo imposto pela Convenção de Ottawa.
Durante o genocídio de 1994 foram espalhadas pelo território minas anti-pessoais que continuaram a matar milhares de pessoas mesmo depois do final do conflito. Este era um problema grave no Ruanda já que a maioria da população se dedica à agricultura e à pastorícia.


http://www.newtimes.co.rw/index.php?issue=14095&article=23112
http://news.bbc.co.uk/2/hi/africa/8388822.stm

Enviado por ReAJ Amnistia Internacional ás 00:54 0 comentarios

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sexta-feira, 10 de julho de 2009
As histórias vieram somente depois de o terror permitir a imaginação. O terror nasceu com o Homem e é provavelmente raro entre outros seres vivos. O terror nasceu com terror dele próprio e alastrou quando encontrou a vulnerabilidade global e se deu conta da sua rigorosidade distributiva. O terror salpica o dia-a-dia do homem quando este se atrapalha com os atacadores dos sapatos. O terror ata hoje os dois pés de cada um e permite que ele ande na horizontal, circularmente estático, e profundamente preso.

O terror funcionou como uma heterotopia berço de muitas novas criações. O terror estendeu os braços e deu à luz pequenas facções de contra-terrores disfarçadas com nomes menos aterrorizantes. A solução encontrada pelo homem para se manter em grupo coeso e para lidar consigo próprio é através do terror e do contra-terror. Funciona como um pequeno mito de aldeia em que os graus de crença variam, existindo aqueles que acreditam sem questionar, aqueles que questionam sem acreditar e aqueles que questionam e voltam a acreditar tornando real aquilo que é pensado.

Se a estratégia do terror pode ser vista como infantil, ela torna-se grave quando há uma instrumentalização destas pequenas criações. É mais fácil ver o outro objectivado mas o outro não é só inocente ou só culpado nem as coisas estão colocadas num eixo que divide o mal do bem. Não há um eixo mas vários fragmentos fundidos num só terror maior que o Homem e todos se interligam neste que é o terror de se perder ficando por sua conta. Nesta ânsia inesgotável e ambígua entre a repulsa pela solidão e a perpétua paixão pela mesma, a instrumentalização destas histórias leva à completa aniquilação de cada sujeito e dos grupos em que se inserem.

You should know the rules by now, dizem em Guantanamo. Enquanto tentam encontrar um pedaço de sombra na cela entre os escorpiões, estes prisioneiros, inocentes ou não, são a pintura de um ódio-balancé em que um peso se intensifica com a intensificação do que o opõe. Enquanto cientes dos perigos, o jogo psicológico aparece para justificar as acções perante eles próprios e perante os próprios prisioneiros. Prisioneiros sem provas, sem palavras potencialmente eficazes, são imperceptivelmente obrigados a aceitar a suposta ajuda do inimigo, ressuscitando os jardins zoológicos humanos da era vitoriana, cela que os fará mais fortes ou mais fracos perante si e perante o inimigo. E diga-se, os presos não são todos Nelson Mandelanos, e na maior parte dos casos estas situações alimentam e cultivam o extremo que pretendem combater.

Acusados de pouca cooperação com e por aqueles que cooperam para o crescer de um ódio maior, criam tanto uns como outros regras que excluem e incluem, interpretando a história do mito e construindo para além dela aquilo de que precisam para se manterem coesos. “Seita”ndo o mundo, reúnem aqueles que seguem e aqueles que lideram num só falso homogéneo iludindo tanto o homogéneo como tudo o que está para além das suas fronteiras. Nesta reciprocidade hegeliana em que há uma simultaneidade de dependência para a auto-afirmação, afirmação possível na medida em que exista a contradição do outro, cada parte se define dependentemente da existência do outro e das suas diferenças. Obama diz querer lutar contra o terrorismo e diz querer fechar Guantanamo. Não é uma contradição. Aparentemente expressões de dois grupos diferentes, esses dois grupos fundem-se num só quando confrontados perante o derradeiro terror do isolamento. Em pé de igualdade perante a grandiosidade do mundo, ambos se revelam indefesos. Ansiosos, vacilam entre o abatimento do outro ou a procura da união para aguentar a força do tempo e do espaço.

Entendendo que é fragmentação, embora desfragmentada e difícil demais para a entender em si, entende-se que o fragmento não é mais que cada expressão do terror maior que une os homens e desesperadamente os separa. Mas que os una. Que o terror do isolamento e que a fascinação pelo céu os faça defender os direitos humanos ao invés de os aniquilar, a eles, aos homens, e ao majestoso habitat em que gatinhamos sobre apenas dois pés.

Enviado por Mariana Guimarães ás 10:36 0 comentarios

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sábado, 20 de junho de 2009
ReAJ em Junho - Parte II

Hoje, associámo-nos igualmente à 10ª Marcha do Orgulho LGBT, no coração de Lisboa. A Amnistia defende os Direitos Humanos, todos eles. Como tal, interessa-se pelos movimentos sociais e causas que pretendam libertar grupos de pessoas da humilhação da discriminação.
Vários membros da ReAJ e também do recém-formado núcleo LGBT da Amnistia, cujo coordenador é o Manuel Magalhães (nosso secretário) asseguraram a participação da Amnistia na marcha, transportando a nossa faixa do Príncipe Real até ao Rossio. A participação da Amnistia Internacional nesta marcha que se realiza todos os anos em Lisboa é já tradicional. No entanto, é com prazer que registamos que neste ano não só a Marcha foi a maior de sempre (contou com mais de 1000 pessoas) como também foi, segundo a organização, provavelmente a marcha mais jovem de sempre. Enquanto jovens activistas dos Direitos Humanos, os membros da ReAJ demonstram igualmente o seu orgulho, por poder apoiar esta causa.
Seguramente, este não será o último evento que faremos em prol da luta contra a discriminação com base na orientação sexual. Estamos a preparar uma tertúlia sobre o assunto que contará com convidados da comunidade lgbt e igualmente com vários especialistas independentes. Contem ter novidades sobre o assunto em breve.

Enviado por ReAJ Amnistia Internacional ás 17:00 0 comentarios

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A ReAJ em Junho

Desengane-se quem pudesse pensar que a Rede só fazia festas. É verdade que as notícias têm escasseado, mas nos últimos dois dias estivemos presente em dois eventos diferentes. Sexta-feira, dia 19, 4 membros incansáveis percorreram as zonas da Baixa de Lisboa, Rossio, Restauradores, Avenida da Liberdade e Bairro Alto, a distribuir tiras de papel da campanha SVAW (Stop Violence Against Women), a campanha da Amnistia que pretende lutar pelos direitos das mulheres, incitando neste caso à denúncia das situações de violência das quais elas são vítimas.
Os números não enganam. Só em 2008, 43 mulheres foram vítimas de homícidio no contexto de situações de violência doméstica (dados APAV). Os dados mostram também que as vítimas são cada vez mais jovens, o que aponta para situações de violência no namoro, o que contrasta com a realidade de há alguns anos atrás, quando se assumia que este problema estava mais relacionado com situações de casamento.
Perante esta realidade, a Amnistia mobiliza-se e tenta alterar a tendência. A nossa mensagem é: não compactue com estes casos. Se for vítima, não se deixe ficar nas garras de quem a domina. Se for vizinho de pessoas que entram neste tipo de relação, denuncie. A diferença que salva uma vida pode passar por aí.
E nós enchemos o centro histórico de Lisboa com as tiras da campanha. Tudo o que era buraco ou fresta levou uma tira de papel, a sensibilizar as pessoas para esta situação. Nunca saberemos se conseguimos mudar alguma coisa, sensibilizar alguma vítima ou dissuadir algum agressor. Em breve colocaremos algumas fotografias. Se por acaso tiver visto estas tiras de papel na rua, gostaríamos de saber a sua opinião. Se foi uma campanha bem ou mal conduzida. Sobretudo, se está a par de alguma situação de violência doméstica, gostaríamos de saber se isto teve algum impacto junto de si. Pode contactar-nos para redejovem.amnistia@gmail.com

Enviado por ReAJ Amnistia Internacional ás 16:40 0 comentarios

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domingo, 24 de maio de 2009
Aniversário... outra vez.

Depois da Festa de Aniversário da Secção Portuguesa da Amnistia Internacional, que foi simultaneamente o lançamento do nosso grupo (e cuja reportagem publicaremos em breve, com fotos e um vídeo) é agora a vez da Amnesty International enquanto tal festejar o seu 48º Aniversário.
O evento terá lugar na Livravia Ler Devagar na LX Factory (em Alcântara), na próxima quinta-feira dia 28, com início às 19.30. Entre outras coisas, lançaremos a importante campanha Exija Dignidade! Apareçam!
Programa
19.30 - Conferência de Imprensa
Lançamento da Campanha Exija Dignidade!
Lançamento do Concurso de Arte
20.30 - Porto de Honra
Convívio e Música
Agradece-se a confirmação da presença para aiportugal@amnistia-internacional.pt Mais informações em www.amnistia-internacional.pt

Enviado por ReAJ Amnistia Internacional ás 07:49 0 comentarios

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11º Encontro Nacional de Juventude


Tem estado a decorrer durante este fim-de-semana em Braga o 11º Encontro Nacional de Juventude, encontro que procura estabelecer o contacto e a interacção entre diversas associações de jovens provenientes de todo o país.

A ReAJ está a ser representada pelo Manuel Magalhães, nosso secretário. Esperemos poder em trazer novidades sobre o Encontro e as possibilidades novas de acção e activismo que daí virão.

Mais informação sobre o encontro em http://www.11enj.com/site/enjpq.php


Enviado por ReAJ Amnistia Internacional ás 07:42 0 comentarios

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quarta-feira, 13 de maio de 2009
Apresentação Pública ReAJ


Depois de algumas semanas de preparativos, é já este Domingo que será feita a apresentação pública da nossa rede. Organizámos o evento e associámo-lo à celebração do Aniversário da secção portuguesa da Amnistia, que bem o merece. A festa terá lugar na Fábrica Braço de Prata, animado espaço cultural do Oriente de Lisboa (http://www.bracodeprata.com/).
O objectivo, para além de festejar o aniversário da AI, é promover a interacção entre a Amnistia e as pessoas que venham participar na festa. Podem vir mais cedo e jantar connosco, ou simplesmente vir ao concerto. Se têm curiosidade em conhecer a Amnistia, o que fazemos, esta será uma excelente oportunidade.
Agradecemos desde já a disponibilidade do Prof. Nuno Nabais (Fábrica Braço de Prata) e dos Corsage.
Até Domingo!

Programa:


20.00 – Jantar
21.00 – Início da Festa. Conversa com membros da Amnistia Internacional. Intervenções de Pedro Krupenski (Director executivo da AI Portugal), Ana Monteiro (membro da direcção, responsável pelo pelouro da Juventude) e Gonçalo Marcelo (Coordenador da ReAJ)
22.30 – Concerto da banda rock portuguesa Corsage
23.30 – Cocktail de celebração
00.00 – Cantar os Parabéns à Amnistia

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Enviado por ReAJ Amnistia Internacional ás 03:51 0 comentarios

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